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    <title>fernandaavila</title>
    <link>https://www.drafernandaavila.com.br</link>
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    <item>
      <title>Dedo em pescoço de cisne: o que é, causas e tratamento</title>
      <link>https://www.drafernandaavila.com.br/dedo-em-pescoco-de-cisne-o-que-e-causas-e-tratamento</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é o dedo em pescoço de cisne
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O dedo em pescoço de cisne é uma deformidade da mão em que o dedo assume uma posição bem característica: a articulação do meio fica esticada para trás e a ponta do dedo dobra para baixo. Esse formato altera completamente a forma como o dedo funciona e, com o tempo, começa a atrapalhar tarefas simples do dia a dia, como segurar objetos, escrever ou até fechar a mão com firmeza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No início, pode ser algo discreto, que o paciente nota mais pela aparência. Mas conforme evolui, passa a ter impacto real na função da mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que essa deformidade acontece
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa deformidade não é uma doença isolada. Ela é consequência de um desequilíbrio entre as estruturas que controlam o movimento do dedo. Tendões, ligamentos e cápsula articular precisam trabalhar em harmonia para permitir que o dedo dobre e estique de forma normal. Quando esse equilíbrio se perde, o dedo começa a assumir posições anormais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das causas mais comuns é a frouxidão da placa volar, que normalmente impede a hiperextensão da articulação. Quando ela falha, o dedo começa a “ceder” para trás. Além disso, as bandeletas laterais podem migrar para uma posição mais dorsal, o que aumenta ainda mais essa hiperextensão. Alterações nos músculos intrínsecos da mão também contribuem para esse desbalanço.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em muitos casos, essa deformidade aparece como consequência de outras condições. Pode surgir após um dedo em martelo mal tratado, por lesões ligamentares ou como parte da evolução de doenças inflamatórias. Na artrite reumatoide, por exemplo, a inflamação crônica da sinóvia leva à destruição progressiva das estruturas da mão, incluindo tendões e ligamentos, favorecendo deformidades como o pescoço de cisne .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-20+%C3%A0s+17.06.28.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como essa deformidade evolui
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O dedo em pescoço de cisne costuma ter uma evolução progressiva. No começo, a deformidade ainda é flexível, ou seja, o dedo pode ser reposicionado manualmente. Nessa fase, muitas vezes o paciente sente mais desconforto funcional do que dor propriamente dita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com o tempo, as estruturas ao redor da articulação vão se adaptando a essa posição alterada. Isso leva à perda de mobilidade e, em fases mais avançadas, o dedo pode se tornar rígido. Quando isso acontece, já não é mais possível corrigir a deformidade manualmente. Em alguns casos, pode haver também desgaste da articulação, o que piora ainda mais a função.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais sintomas chamam atenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitos pacientes não procuram ajuda pela deformidade em si, mas pela dificuldade que ela começa a causar. A mão perde eficiência, a força diminui e movimentos simples passam a exigir mais esforço. É comum a queixa de dificuldade para fechar a mão, segurar objetos com firmeza ou fazer movimentos finos, como abotoar uma roupa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dependendo da causa, pode haver dor associada, principalmente quando existe inflamação ou desgaste articular. Em outros casos, o principal incômodo é a instabilidade do dedo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-20+%C3%A0s+17.20.34.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é feito o tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento depende muito do estágio da deformidade e da causa envolvida. Nos casos iniciais, quando o dedo ainda é flexível, o objetivo é evitar a progressão e tentar restabelecer o equilíbrio das forças. O uso de órteses pode ajudar a posicionar melhor a articulação, e a terapia ocupacional pode contribuir para melhorar a função da mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando existe uma doença de base, como a artrite reumatoide, o controle da inflamação é fundamental. Sem isso, a deformidade tende a evoluir, mesmo com outras medidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos em que a deformidade já está mais estabelecida, pode ser necessário tratamento cirúrgico. Quando ainda há mobilidade, é possível realizar procedimentos que reposicionam tendões e estabilizam a articulação, buscando restaurar a mecânica do dedo. Em situações mais avançadas, com rigidez ou desgaste articular, o objetivo passa a ser melhorar a função e aliviar a dor, podendo ser indicada a fixação da articulação em posição funcional ou outras técnicas reconstrutivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-20+%C3%A0s+17.14.01.png" alt="Ortese para tratamento conservador" title="Ortese para tratamento conservador"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-20+%C3%A0s+17.13.22.png" alt="Ortese para tratamento conservador" title="Ortese para tratamento conservador"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-20+%C3%A0s+17.12.46.png" alt="Ortese para tratamento conservador" title="Ortese para tratamento conservador"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-20+%C3%A0s+17.22.57.png" alt="Técnicas cirúrgicas para artrodese" title="Técnicas cirúrgicas para artrodese"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-20+%C3%A0s+17.22.10.png" alt="Técnicas cirúrgicas para artrodese" title="Técnicas cirúrgicas para artrodese"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-20+%C3%A0s+18.28.59.png" alt="Artroplastia com protese" title="Artroplastia com protese"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           This is paragraph text. Click it or hit the Manage Text button to change the font, color, size, format, and more. To set up site-wide paragraph and title styles, go to Site Theme.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 21:39:57 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Rizartrose (artrose do polegar): sintomas, causas e tratamento da dor na base do polegar</title>
      <link>https://www.drafernandaavila.com.br/rizartrose-artrose-do-polegar-sintomas-causas-e-tratamento-da-dor-na-base-do-polegar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é rizartrose
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.25.11.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A rizartrose é a artrose que acomete a base do polegar, na articulação carpometacarpal (CMC), localizada entre o primeiro metacarpo e o osso trapézio. Essa é uma das articulações mais importantes da mão, porque permite movimentos essenciais como pinça, oposição e preensão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por ser uma articulação com grande mobilidade e pouca estabilidade óssea, ela depende muito dos ligamentos para funcionar bem. Com o tempo, essa combinação favorece o desgaste da cartilagem, levando ao desenvolvimento da artrose.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse é um dos motivos pelos quais a rizartrose é uma das causas mais comuns de dor na mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dor na base do polegar: quando suspeitar de rizartrose
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O principal sintoma da rizartrose é dor na base do polegar, especialmente durante o uso da mão. No início, a dor aparece em atividades específicas, mas pode evoluir para um desconforto mais constante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É comum que o paciente perceba dificuldade em tarefas simples do dia a dia, como abrir potes, torcer pano, girar chaves ou segurar objetos com firmeza. Aos poucos, pode surgir perda de força e sensação de instabilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos mais avançados, o polegar pode começar a deformar. A base tende a colapsar em adução, enquanto a articulação mais distal compensa com hiperextensão, formando um padrão típico da doença .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem tem mais risco de desenvolver
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A rizartrose é muito frequente, principalmente em mulheres e com o envelhecimento. Estudos mostram que ela pode acometer cerca de uma em cada três mulheres e um em cada oito homens, com aumento significativo após os 75 anos .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da idade, alguns fatores aumentam o risco, como uso repetitivo das mãos, atividades com esforço de pinça, frouxidão ligamentar e predisposição anatômica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que essa articulação desgasta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A articulação do polegar tem um formato em sela, o que permite grande amplitude de movimento. Ao mesmo tempo, essa característica reduz a estabilidade intrínseca, fazendo com que os ligamentos tenham papel fundamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fator importante é a carga. Durante movimentos de pinça e preensão, essa articulação pode receber forças muito superiores à carga aplicada, o que contribui diretamente para o desgaste da cartilagem .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é feito o diagnóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico da rizartrose é principalmente clínico. A história do paciente costuma ser bastante característica, associada ao exame físico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos testes mais utilizados é o grind test, que consiste em comprimir e rodar o polegar, reproduzindo a dor. Também é comum encontrar diminuição da força de pinça e sinais de instabilidade da articulação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A radiografia é utilizada para confirmar o diagnóstico e avaliar o estágio da doença. As incidências mais usadas incluem PA, perfil e oblíqua da mão, além da incidência de Robert, que permite uma visualização mais precisa da articulação .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exames como ressonância magnética raramente são necessários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.37.06.png" alt="Grind test" title="Grind test"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.36.48.png" alt="Grind test" title="Grind test"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.41.51.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estágios da rizartrose
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A classificação mais utilizada é a de Eaton e Littler, baseada nos achados radiográficos. Ela descreve a evolução da doença desde fases iniciais, com discreta alteração articular, até estágios avançados com destruição da articulação e comprometimento de estruturas vizinhas .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um ponto importante é que nem sempre a radiografia corresponde à intensidade dos sintomas. É comum encontrar pacientes com pouca dor e alterações avançadas, assim como o contrário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.44.19.png" alt="Classificação  de Eaton e Littler" title="Classificação  de Eaton e Littler"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento da rizartrose
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento da rizartrose depende da intensidade da dor e do impacto na vida do paciente. Em geral, começa de forma conservadora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso de órtese ajuda a estabilizar o polegar e reduzir a sobrecarga da articulação. Anti-inflamatórios podem ser utilizados em fases de dor mais intensa, e a terapia de mão tem papel importante na melhora da função. Em alguns casos, a infiltração com corticoide e/ou ácido hialurônico pode trazer alívio temporário
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.50.10.png" alt="Ortese sob medida" title="Ortese sob medida"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.47.21.png" alt="Ortese para Rizartrose" title="Ortese para Rizartrose"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.56.15.png" alt="Infiltração" title="Infiltração"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando essas medidas não são suficientes, a cirurgia passa a ser considerada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos estágios iniciais, procedimentos como osteotomia do primeiro metacarpo ou reconstrução ligamentar podem ser indicados, com o objetivo de melhorar a mecânica da articulação e reduzir a dor .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+21.59.47.png" alt="Osteotomia do primeiro metacarpo" title="Osteotomia do primeiro metacarpo"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos mais avançados, a cirurgia mais realizada é a retirada do trapézio (trapeziectomia), associada ou não à reconstrução ligamentar. Técnicas como a de Burton e Pellegrini utilizam tendões para estabilizar o polegar após a ressecção óssea.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A artrodese pode ser indicada em pacientes mais jovens e com alta demanda, oferecendo maior força, porém com perda de movimento. Já as próteses são menos utilizadas devido à variabilidade dos resultados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+22.04.45.png" alt="Trapezectomia" title="Trapezectomia"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+22.06.49.png" alt="Trapezectomia" title="Trapezectomia "/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-16+%C3%A0s+22.07.25.png" alt="Artroplastia ( protese)" title="Artroplastia ( protese)"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rizartrose tem cura?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A rizartrose não tem cura no sentido de reverter completamente o desgaste da articulação. No entanto, tem tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com abordagem adequada, é possível controlar a dor, melhorar a função da mão e manter qualidade de vida por muitos anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando procurar um especialista
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você sente dor na base do polegar, perda de força ou dificuldade para atividades simples, vale a pena procurar avaliação. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de controlar a doença sem cirurgia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura-de-Tela-2026-04-16--C3-A0s-21.25.11.png" length="1333096" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 01:12:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drafernandaavila.com.br/rizartrose-artrose-do-polegar-sintomas-causas-e-tratamento-da-dor-na-base-do-polegar</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Operei o túnel do carpo e estou com dor na mão: isso é normal?</title>
      <link>https://www.drafernandaavila.com.br/operei-o-tunel-do-carpo-e-estou-com-dor-na-mao-isso-e-normal</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Operei o túnel do carpo e estou com dor na mão: isso é normal?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2026-04-11-at-10.19.21.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia do túnel do carpo costuma trazer alívio importante dos sintomas, principalmente do formigamento, da dormência e da perda de força na mão. Ainda assim, não é raro que, após o procedimento, o paciente passe a perceber um novo tipo de dor na palma da mão. Essa situação gera bastante insegurança, porque a expectativa é de melhora completa, e o surgimento de uma dor diferente levanta a dúvida se algo deu errado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na maioria das vezes, porém, essa dor tem uma explicação bem conhecida dentro da cirurgia da mão. Trata-se da chamada dor do pilar, uma condição descrita há décadas na literatura e que pode fazer parte do processo de recuperação de alguns pacientes, mesmo quando a cirurgia foi bem indicada e corretamente executada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que a mão dói depois da cirurgia do túnel do carpo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a cirurgia, o ligamento transverso do carpo é seccionado para aliviar a compressão do nervo mediano. Esse ligamento funciona como uma estrutura de contenção da região, e sua liberação provoca uma mudança imediata na forma como as forças são distribuídas na palma da mão. A partir desse momento, a mão precisa se adaptar a uma nova configuração biomecânica, especialmente nas regiões da eminência tenar e hipotenar, que ficam na base da palma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao mesmo tempo, existem pequenos ramos nervosos na pele dessa região que podem se tornar mais sensíveis durante o processo de cicatrização. Mesmo com uma técnica cirúrgica cuidadosa, essa sensibilização pode ocorrer. O resultado é uma dor mais profunda, menos localizada, que não tem relação direta com a cicatriz. Na prática, é a soma da adaptação mecânica da mão com a resposta dos tecidos ao processo de cicatrização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa dor é normal?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim, é uma evolução relativamente comum. A literatura mostra que uma parcela significativa dos pacientes apresenta dor na base da palma após a cirurgia do túnel do carpo, embora a incidência varie entre os estudos. Essa variação ocorre porque não existe um critério único para definir a dor do pilar, mas há consenso de que se trata de uma condição esperada e que deve ser discutida previamente com o paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ponto mais importante é deixar claro que essa dor não indica erro técnico, não significa que o nervo continua comprimido e não representa falha da cirurgia. Ela faz parte do processo de adaptação dos tecidos da mão após a liberação do ligamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como essa dor costuma se manifestar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dor do pilar tem características relativamente típicas. O paciente costuma relatar desconforto ao apoiar a mão em superfícies, dificuldade para realizar movimentos que exigem força e uma sensação de dor mais profunda, diferente da dor superficial da cicatriz. É comum que atividades simples do dia a dia, como empurrar uma porta, apoiar a mão na mesa ou segurar objetos mais firmes, passem a causar incômodo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa dor pode estar localizada na base do polegar, no lado do dedo mínimo ou em ambas as regiões, e costuma ser mais evidente nas primeiras semanas após a cirurgia. Com o tempo, a tendência é de redução progressiva da intensidade dos sintomas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto tempo dura a dor após a cirurgia do túnel do carpo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na maioria dos casos, a evolução é favorável. A dor tende a melhorar gradualmente ao longo dos primeiros meses, especialmente entre três e seis meses após o procedimento. Esse período corresponde à fase em que ocorre a reorganização dos tecidos e a adaptação biomecânica da região operada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em alguns pacientes, esse processo pode ser mais lento, com persistência dos sintomas por períodos mais prolongados, demorando ate 12 meses para melhora completa. Mesmo nesses casos, a tendência ainda é de melhora progressiva. É importante reforçar que a presença dessa dor, isoladamente, não significa que a cirurgia não teve sucesso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que causa essa dor, segundo a literatura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dor do pilar é considerada multifatorial. Um dos mecanismos mais aceitos envolve a irritação de pequenos ramos nervosos da palma da mão, que podem desenvolver áreas de hipersensibilidade durante o processo de cicatrização, às vezes descritas como micro-neuromas. Essas estruturas podem gerar dor localizada e sensibilidade aumentada na base da mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fator importante é a alteração na mecânica da região após a liberação do ligamento. Com a mudança na configuração do arco do carpo, os músculos da palma passam a trabalhar sob novas condições de tensão, o que pode gerar sobrecarga e desconforto local. Alguns estudos também sugerem a participação de mecanismos inflamatórios mediados por fibras autonômicas, contribuindo para a intensidade da dor em determinados pacientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é feito o tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento da dor do pilar é, na grande maioria das vezes, conservador. A fisioterapia especializada em mão é o principal recurso, atuando na mobilização dos tecidos, na redução da sensibilidade local e na recuperação progressiva da função. O trabalho inclui técnicas de dessensibilização, mobilização da cicatriz e reintrodução gradual das atividades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com o tempo, a região tende a se tornar menos sensível e mais funcional. Em casos mais persistentes, podem ser utilizados recursos complementares, como infiltrações locais ou terapias físicas adicionais, sempre com avaliação individualizada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando é necessário reavaliar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora seja uma condição comum, é importante acompanhar a evolução clínica. Situações em que a dor apresenta piora progressiva, vem associada a sinais inflamatórios importantes ou está acompanhada de perda funcional significativa devem ser reavaliadas. Isso permite excluir outras condições que podem exigir abordagem específica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença de dor na palma da mão após a cirurgia do túnel do carpo é uma situação relativamente frequente e, na maioria das vezes, faz parte do processo normal de recuperação. A chamada dor do pilar ocorre por alterações nos tecidos da região operada e tende a melhorar progressivamente com o tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com orientação adequada, acompanhamento próximo e tratamento conservador, a maioria dos pacientes evolui de forma satisfatória, com recuperação da função da mão e alívio dos sintomas iniciais que motivaram a cirurgia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 13:36:07 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Síndrome do túnel do carpo: sintomas, causas e tratamento do formigamento na mão</title>
      <link>https://www.drafernandaavila.com.br/sindrome-do-tunel-do-carpo-sintomas-causas-e-tratamento-do-formigamento-na-mao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a síndrome do túnel do carpo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+13.21.36.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A síndrome do túnel do carpo é uma das principais causas de formigamento, dormência e dor nas mãos. Ela acontece quando um nervo importante do punho, chamado nervo mediano, fica comprimido dentro de um canal estreito. Esse problema é muito comum e, quando não tratado, pode evoluir com perda de força e dificuldade para realizar atividades simples do dia a dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de ser uma condição frequente, muitas pessoas demoram para procurar avaliação porque os sintomas começam de forma leve e intermitente. Entender como a doença evolui e quando tratar faz toda a diferença no resultado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O túnel do carpo é um canal localizado na região do punho, formado pelos ossos do carpo e por um ligamento espesso que funciona como um teto, chamado ligamento transverso do carpo. Dentro desse espaço passam o nervo mediano e os tendões que movimentam os dedos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como esse canal já é naturalmente apertado, qualquer situação que aumente a pressão dentro dele pode levar à compressão do nervo. É isso que acontece na síndrome do túnel do carpo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O nervo mediano é responsável pela sensibilidade do polegar, indicador, dedo médio e metade do dedo anelar, além de participar dos movimentos do polegar. Por isso, quando ele sofre compressão, os sintomas aparecem exatamente nessa região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+13.33.27.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que acontece com o nervo comprimido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A compressão do nervo não acontece de forma súbita. Ela ocorre de maneira progressiva, começando com um aumento da pressão dentro do túnel do carpo, que compromete a circulação do nervo e leva a um quadro de isquemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com o tempo, essa alteração causa inchaço dentro do próprio nervo, espessamento das estruturas ao redor e perda da proteção das fibras nervosas. Em fases mais avançadas, pode ocorrer degeneração do nervo, o que explica a perda de sensibilidade e força .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa evolução é importante porque mostra que não é apenas um desconforto passageiro. É uma condição que pode piorar progressivamente se não for tratada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+13.35.49.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que essa compressão acontece
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A síndrome do túnel do carpo não tem uma única causa. Na maioria das vezes, ela acontece por uma combinação de fatores que aumentam a pressão dentro do túnel.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Movimentos repetitivos das mãos, atividades que exigem força manual, obesidade, diabetes e alterações hormonais estão entre os principais fatores associados. Além disso, posições mantidas do punho, principalmente durante o sono, aumentam a pressão dentro do túnel e contribuem para o aparecimento dos sintomas .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto importante é que o nervo pode estar mais sensível por compressões em outros locais, como na coluna cervical. Nesses casos, ele se torna mais vulnerável à compressão no punho, o que explica por que alguns pacientes têm sintomas mais intensos .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como saber se você tem síndrome do túnel do carpo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico é feito principalmente pela avaliação clínica. A história do paciente e a descrição dos sintomas costumam ser bastante sugestivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o exame físico, algumas manobras ajudam a confirmar a suspeita. A flexão do punho por alguns segundos pode reproduzir o formigamento ( teste de Phalen). A percussão sobre o nervo no punho pode gerar sensação de choque nos dedos ( teste de túnel). A compressão direta da região também pode desencadear os sintomas ( teste de Durkan).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses testes aumentam a pressão sobre o nervo e ajudam a identificar se ele está comprimido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+13.42.28.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual o papel da eletroneuromiografia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A eletroneuromiografia é um exame que pode ser utilizado para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade da compressão do nervo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, é importante entender que esse exame pode ser normal nas fases iniciais da doença. Isso acontece porque as primeiras alterações do nervo nem sempre são detectadas por esse tipo de exame .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, o diagnóstico não deve depender apenas do exame, mas sim da associação entre os sintomas, o exame físico e, quando necessário, os exames complementares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+13.47.29.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento da síndrome do túnel do carpo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento depende da intensidade dos sintomas e do estágio da doença. Nos casos iniciais, é possível controlar o quadro com medidas conservadoras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso de órtese no punho durante a noite ajuda a manter o punho em posição neutra, reduzindo a pressão sobre o nervo. A orientação sobre atividades do dia a dia e a fisioterapia também podem contribuir para melhora dos sintomas. Pode também ser realizado infiltração com corticoide quando o paciente tiver indicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando essas medidas não são suficientes ou quando a doença já está mais avançada, a cirurgia passa a ser indicada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+13.50.31.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+13.52.48-91fcde86.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+14.01.57.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando a cirurgia do túnel do carpo é necessária
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia é indicada quando há sintomas persistentes, falha do tratamento conservador ou sinais de comprometimento mais importante do nervo, como perda de força ou atrofia muscular.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo da cirurgia é liberar o ligamento que forma o teto do túnel do carpo, aumentando o espaço disponível e reduzindo a compressão sobre o nervo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é a cirurgia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia pode ser realizada por técnica aberta ou endoscópica. Ambas têm o mesmo objetivo, que é a liberação completa do ligamento e a descompressão do nervo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mais importante não é a técnica em si, mas sim a realização adequada da liberação, garantindo que o nervo fique completamente descomprimido .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura-de-Tela-2026-04-05--C3-A0s-14.08.59.png" alt="Via aberta" title="Via aberta"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+14.09.48.png" alt="Via endoscopica" title="Via endoscopica"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é a recuperação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recuperação após a cirurgia costuma ser progressiva. Nos primeiros dias, pode haver algum desconforto local. Evoluir com edema e hematomas em mão, punho e antebraço é algo esperado e a melhora dos sintomas neurológicos acontece ao longo das semanas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em geral, o paciente consegue retomar atividades leves em poucas semanas, com recuperação mais completa entre seis e oito semanas, porém a melhora completa pode demora de 6 meses a 1 ano em algumas pessoas. A melhora da sensibilidade depende do tempo de evolução da doença antes do tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Síndrome do túnel do carpo pode melhorar sem cirurgia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos iniciais, é possível controlar os sintomas sem cirurgia, principalmente com o uso de órtese noturna e ajustes nas atividades. No entanto, quando há progressão da compressão do nervo, a cirurgia pode ser necessária para evitar piora e perda funcional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-04-05+%C3%A0s+14.06.08.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A síndrome do túnel do carpo é uma causa muito comum de dor, formigamento e dormência nas mãos. Apesar de começar de forma leve, pode evoluir com prejuízo importante da função da mão quando não tratada adequadamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico precoce e a indicação correta do tratamento fazem toda a diferença no resultado. Quando bem indicada, a cirurgia é segura, eficaz e proporciona melhora significativa da qualidade de vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura-de-Tela-2026-04-05--C3-A0s-13.21.36.png" length="2368015" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 17:48:56 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.drafernandaavila.com.br/sindrome-do-tunel-do-carpo-sintomas-causas-e-tratamento-do-formigamento-na-mao</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Doença de Dupuytren: o que é, como começa e quando tratar</title>
      <link>https://www.drafernandaavila.com.br/doenca-de-dupuytren-o-que-e-como-comeca-e-quando-tratar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a doença de Dupuytren?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-03-25+%C3%A0s+20.30.16.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença de Dupuytren é uma condição em que o tecido da palma da mão começa a endurecer e encurtar ao longo do tempo. Esse processo leva à formação de estruturas semelhantes a “cordas”, que puxam os dedos para baixo e dificultam a abertura completa da mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trata-se de uma doença crônica, progressiva e com forte componente genético. É considerada a doença fibrótica hereditária mais comum da mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que essa doença acontece?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença de Dupuytren não tem uma causa única bem definida. Ela ocorre pela combinação de dois fatores principais: uma predisposição genética e estímulos mecânicos ou ambientais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ou seja, a pessoa já nasce com uma tendência a desenvolver a doença, mas algum fator ao longo da vida pode ativar ou acelerar esse processo. Esse modelo de “dois fatores” é bem descrito na literatura médica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem tem mais risco?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existe um perfil clássico de pacientes mais acometidos. A doença é mais comum em homens acima dos 50 anos, especialmente em pessoas com histórico familiar e de origem caucasiana. Os dedos mais frequentemente afetados são o anelar e o mínimo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cerca de metade dos pacientes pode apresentar acometimento nas duas mãos. Um dado importante é que ter um irmão com a doença aumenta o risco em até três vezes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fatores associados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns fatores aparecem com maior frequência em pacientes com Dupuytren, como tabagismo, etilismo, diabetes, trabalho manual e história de trauma local.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar disso, é importante entender que esses fatores não são causas diretas da doença. Eles funcionam mais como facilitadores em quem já tem predisposição genética.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a doença começa?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O início costuma ser discreto e muitas vezes passa despercebido. Os primeiros sinais podem incluir o aparecimento de um pequeno nódulo na palma da mão, endurecimento da pele, pequenas depressões (como “covinhas”) ou alteração do contorno da mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em cerca de 60% dos pacientes, o primeiro sinal é um nódulo palpável, que pode não causar dor e, por isso, acaba sendo ignorado no começo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são nódulos e cordas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na fase inicial da doença, é comum o aparecimento de nódulos, que são pequenas áreas endurecidas na palma da mão. Com o tempo, esse tecido pode evoluir e formar as chamadas cordas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas cordas são estruturas formadas por colágeno mais rígido e menos elástico, que começam a encurtar e tracionar os dedos, levando à deformidade característica da doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença sempre evolui?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não. E esse é um ponto fundamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A maioria dos pacientes não evolui para contratura significativa. Aproximadamente 9 em cada 10 pessoas não desenvolvem deformidade importante, e muitos nunca precisarão de tratamento cirúrgico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos em que existem apenas nódulos, cerca de 10% podem apresentar melhora espontânea, 70% permanecem estáveis e apenas 20% evoluem para contratura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando começa a causar problema?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença passa a impactar de fato quando surge a contratura, ou seja, quando o dedo começa a perder a capacidade de esticar completamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso acontece porque as cordas se encurtam e puxam os dedos em direção à palma. Os dedos mais acometidos são o mínimo e o anelar, o que pode dificultar atividades simples do dia a dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A evolução é previsível?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não. A evolução da doença de Dupuytren é bastante variável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ela pode permanecer estável por muitos anos e, de forma inesperada, começar a progredir. Em geral, é uma doença de evolução lenta, irregular e imprevisível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Precisa fazer exame?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na maioria dos casos, não é necessário realizar exames.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico é feito principalmente pelo exame clínico. Exames complementares só são indicados quando existe dúvida diagnóstica, suspeita de outra condição associada ou em situações específicas de planejamento de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando tratar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nem todo paciente com Dupuytren precisa de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A decisão depende principalmente da presença de perda de extensão dos dedos, do impacto funcional na vida do paciente e da progressão da deformidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na prática, indicamos tratamento quando a doença começa a atrapalhar atividades do dia a dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais são as opções de tratamento?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem opções menos invasivas e opções cirúrgicas, e a escolha depende do estágio da doença e do perfil do paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os tratamentos menos invasivos, como infiltração e agulhamento, têm a vantagem de serem menos agressivos e proporcionarem uma recuperação mais rápida. Por outro lado, apresentam uma maior chance de recidiva ao longo do tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cirurgia é indicada nos casos mais avançados, especialmente quando há contratura significativa, acometimento de múltiplos dedos ou falha dos tratamentos menos invasivos.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-03-25+%C3%A0s+21.07.11.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença pode voltar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim, e isso não é incomum.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O conceito de recidiva na doença de Dupuytren é complexo, porque nem sempre se trata exatamente de uma “volta” da doença no mesmo ponto. Pode ser uma progressão natural, o surgimento de novas áreas acometidas ou até alterações mecânicas residuais após o tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/cc539465/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+2026-03-25+%C3%A0s+21.15.40.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 16:12:07 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Lesão do pão de queijo: como evitar cortes graves na mão ao manusear alimentos congelados</title>
      <link>https://www.drafernandaavila.com.br/lesao-do-pao-de-queijo-como-evitar-cortes-graves-na-mao-ao-manusear-alimentos-congelados</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A “lesão do pão de queijo” é um acidente doméstico mais comum do que parece. Ele acontece quando alguém tenta separar pães de queijo congelados com uma faca — e a lâmina escorrega, perfurando a palma da mão ou os dedos. Em situações mais graves, o corte atinge tendões ou nervos, exigindo cirurgia e podendo deixar sequelas permanentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neste artigo, você vai entender o que é essa lesão, por que ela acontece, os sinais de alerta e, principalmente,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           como evitar esse tipo de acidente na cozinha
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a “lesão do pão de queijo”?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A expressão refere-se a um tipo de acidente em que, ao tentar separar dois ou mais pães de queijo congelados usando uma faca. Por estarem rígidos e duros, é comum que a faca deslize repentinamente e perfure a mão que está segurando o alimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em muitos casos, o ferimento é mais grave do que parece à primeira vista. A lâmina pode:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            cortar a pele profundamente,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            atingir tendões responsáveis pelo movimento dos dedos,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            lesionar nervos que garantem sensibilidade,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            causar perda de força ou dificuldade para movimentar a mão.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ferimentos assim exigem avaliação imediata com especialista em Cirurgia da Mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por que isso acontece?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alimento congelado e rígido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pães de queijo congelados são duros e resistentes. Para separá-los, é comum aplicar força excessiva — o que aumenta a chance de a faca escorregar de forma imprevisível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falta de apoio adequado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas pessoas seguram o alimento na mão ou apoiam em superfícies instáveis, aumentando o risco de a faca escapar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uso de faca em situação inadequada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não existe maneira segura de separar alimentos congelados grudados com faca.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            O risco de acidente é
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           sempre alto.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pressa e distração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como ocorre no dia a dia da cozinha, acidentes são mais comuns quando a pessoa está apressada ou com a atenção dividida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Principais sintomas de alerta
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o corte, procure observar:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sangramento intenso ou difícil de controlar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor aguda no local
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Exposição de tecidos profundos (gordura amarelada ou tendão branco)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perda de sensibilidade na ponta dos dedos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade em dobrar ou esticar um ou mais dedos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inchaço ou hematoma persistente
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Qualquer alteração de movimento ou sensibilidade indica possível lesão de tendão ou nervo e exige avaliação médica urgente.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quando buscar ajuda médica?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Procure atendimento emergencial se:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se houver exposição de tendões, gordura ou osso,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se existir perda de sensibilidade, formigamento ou dormência,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se você não conseguir movimentar os dedos normalmente,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se o corte for profundo ou tiver sangramento intenso.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o corte atinge estruturas importantes da mão, como tendões ou nervos, é muito importante tratar rápido. Quanto mais tempo demora para receber o cuidado certo, maior a chance de o dedo não voltar a mexer ou sentir normalmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como evitar esse tipo de lesão?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aqui vai a recomendação mais importante:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Nunca use faca para separar alimentos congelados e grudados.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não existe forma segura. O risco de acidente é muito alto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em vez disso:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Deixe descongelar alguns minutos antes de separar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Armazene o alimento de modo que as porções não grudem entre si
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Use espátulas ou utensílios sem lâmina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Compre versões já separadas em porções individuais
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prevenção é, de longe, a forma mais eficaz de evitar lesões graves.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Riscos de não tratar adequadamente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando um corte profundo na mão não é avaliado por especialista, podem ocorrer:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Limitação de movimento dos dedos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perda parcial ou total de sensibilidade
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldade para realizar tarefas simples, como digitar ou segurar objetos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor crônica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Infecções
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em casos extremos, risco de amputação de parte do dedo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Impacto direto na função da mão dominante, prejudicando trabalho e rotina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidar bem da mão após uma lesão é essencial para preservar qualidade de vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se você já sofreu um corte desse tipo e está com dor persistente, dormência ou dificuldade de movimento na mão ou dedos,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           uma avaliação com especialista em mão
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é essencial. Atender adequadamente logo no início melhora muito os resultados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cirurgia da Mão e Microcirurgia em São Paulo | Dra. Fernanda Ávila
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Se você sofreu um corte desse tipo, percebeu dormência, dificuldade de movimento ou suspeita de lesão de tendão ou nervo, é fundamental buscar avaliação especializada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Dra. Fernanda Ávila
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é ortopedista e especialista em Cirurgia da Mão, com atuação focada em diagnóstico, tratamento e reabilitação de lesões traumáticas, degenerativas e funcionais da mão e do punho. Com formação sólida, experiência clínica e abordagem centrada no paciente, oferece um cuidado preciso, ético e individualizado — sempre priorizando preservação funcional e recuperação completa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Acesse esse link e marque sua consulta! E continue acompanhando nossa central educativa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 18 Nov 2025 11:56:50 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Síndrome do Túnel do Carpo: sintomas, diagnóstico e tratamento com especialista em São Paulo</title>
      <link>https://www.drafernandaavila.com.br/sindrome-do-tunel-do-carpo-sintomas-diagnostico-e-tratamento-em-sao-paulo</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A síndrome do túnel do carpo é uma das causas mais frequentes de dor, formigamento e perda de força nas mãos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ela aparece quando o nervo mediano — responsável por movimentos finos e sensibilidade nos dedos — sofre compressão ao passar pelo túnel do carpo, uma estrutura estreita localizada no punho. Esse aperto progressivo pode alterar a sensibilidade dos dedos, prejudicar tarefas simples do dia a dia e, quando não tratado adequadamente, levar à perda permanente de força na mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nos últimos anos, a condição se tornou ainda mais comum devido ao aumento de atividades repetitivas, como digitação prolongada, uso contínuo de telas e trabalhos que exigem movimentos manual repetidos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neste artigo, você entenderá como a síndrome se manifesta, quais são os sintomas que merecem atenção, como é feito o diagnóstico e quais são as
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           opções de tratamento disponíveis.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a síndrome do túnel do carpo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O túnel do carpo é uma passagem estreita localizada no punho, formada por ossos e por um ligamento espesso que funciona como um “teto”. Dentro desse túnel passam nove tendões responsáveis pela flexão dos dedos e, junto com eles, o nervo mediano. Quando há aumento de volume dentro dessa estrutura — por inflamação, esforço repetitivo, retenção de líquidos ou até alterações anatômicas — o espaço disponível diminui e o nervo começa a sofrer compressão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa compressão progressiva é o que dá origem aos sintomas clássicos da síndrome, principalmente à noite ou ao realizar atividades repetitivas. Em fases mais avançadas, o próprio músculo da base do polegar pode começar a perder força e volume.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais são os sintomas mais comuns?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro sinal costuma ser um formigamento persistente no polegar, no indicador e no dedo médio, como se a mão estivesse “dormindo”. Com o passar das semanas, a sensação de dormência se torna mais contínua e passa a interferir em atividades simples como segurar talheres, segurar o celular ou digitar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitas pessoas descrevem episódios de dor que irradiam do punho para o antebraço, sensação de “choques”, perda de precisão para movimentos finos e queda de objetos sem perceber. À noite, é comum acordar com a sensação de mãos inchadas ou dor intensa ao tentar esticar o punho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando esses sintomas se tornam frequentes, é um alerta importante: significa que o nervo já está sendo comprimido há mais tempo do que deveria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como é feito o diagnóstico?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico começa com uma avaliação clínica detalhada. O especialista observa a distribuição do formigamento, analisa a força dos músculos da mão e verifica sinais típicos de compressão nervosa. Em alguns casos, exames complementares — como ultrassom ou eletroneuromiografia — podem ajudar a confirmar o grau de acometimento do nervo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mais importante é identificar a síndrome ainda nas fases iniciais, quando o tratamento tende a ser mais eficaz e a recuperação, mais rápida. Quanto mais tempo o nervo permanece comprimido, maior a chance de sequelas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento: o que realmente funciona
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento depende da intensidade dos sintomas e do grau de compressão do nervo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas fases iniciais, mudanças simples na rotina podem trazer alívio significativo. Reduzir atividades repetitivas, ajustar a postura ao computador e fazer pausas durante o dia diminui a irritação do nervo. Em alguns casos, o uso de uma tala para manter o punho em posição neutra durante a noite ajuda a reduzir o formigamento e melhorar o sono.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para quadros persistentes, o médico pode indicar tratamentos como fisioterapia, medicamentos ou infiltrações, que reduzem a inflamação local. Esses métodos têm boa resposta quando o nervo ainda não apresenta sinais de sofrimento prolongado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando há perda de força, dormência constante ou falha dos tratamentos iniciais, a cirurgia pode ser indicada. O procedimento consiste em liberar o túnel do carpo, aumentando o espaço para o nervo e interrompendo a progressão dos sintomas. É uma cirurgia rápida, com excelente taxa de sucesso quando realizada por um especialista em mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que tratar cedo é tão importante?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando o nervo mediano permanece comprimido por muito tempo, ele começa a perder função. Isso explica por que algumas pessoas deixam de sentir objetos com a ponta dos dedos ou percebem que não conseguem mais realizar movimentos finos como antes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto mais cedo o tratamento é iniciado, maiores são as chances de recuperação total da sensibilidade e da força da mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Ignorar o problema ou “esperar melhorar sozinho” pode levar a sequelas permanentes.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cirurgia da Mão em São Paulo | Dra. Fernanda Ávila
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A síndrome do túnel do carpo é uma condição tratável — e, quando diagnosticada precocemente, a recuperação costuma ser rápida e completa. Para isso, é fundamental contar com a avaliação de uma especialista em mão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Dra.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fernanda Ávila
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é médica ortopedista com especialização em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Cirurgia da Mão e Microcirurgia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , atuando em São Paulo. Seu trabalho é focado no diagnóstico preciso, no cuidado individualizado e em tratamentos atualizados para doenças e lesões que afetam a mão e o punho. Com uma abordagem acolhedora e técnica, a Dra. Fernanda acompanha cada paciente de forma próxima, priorizando alívio dos sintomas, recuperação funcional e prevenção de complicações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você apresenta formigamento, dor ou perda de força nas mãos, agende sua consulta e cuide da saúde das suas mãos com quem realmente entende do assunto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Tue, 18 Nov 2025 11:56:35 GMT</pubDate>
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